domingo, 5 de dezembro de 2010

Imagens dos equipamentos do Balão I

Imagens dos equipamentos do Balão I

Imagens dos equipamentos do Balão I

Imagens dos equipamentos do Balão I

Imagens dos equipamentos do Balão I

Decolagem

Decolagem

Novamente dependemos das condições climáticas. Se não houver muito vento – pois acima de 15 nós (aproximadamente 25 quilômetros por hora) o vôo não é aconselhável, o piloto aquece seu balão aos poucos, levantando vôo calmamente, com pleno controle.

Caso haja um vento maior, o balão deverá ser preso ao solo, aquecido bastante para que o piloto saia “estilingando”, evitando desta forma um contato inesperado com o solo. O problema de decolar desta forma é que o balão pode demorar um pouco para se estabilizar.

Decolagem

Decolagem

Novamente dependemos das condições climáticas. Se não houver muito vento – pois acima de 15 nós (aproximadamente 25 quilômetros por hora) o vôo não é aconselhável, o piloto aquece seu balão aos poucos, levantando vôo calmamente, com pleno controle.

Caso haja um vento maior, o balão deverá ser preso ao solo, aquecido bastante para que o piloto saia “estilingando”, evitando desta forma um contato inesperado com o solo. O problema de decolar desta forma é que o balão pode demorar um pouco para se estabilizar.

Decolagem

Decolagem

Novamente dependemos das condições climáticas. Se não houver muito vento – pois acima de 15 nós (aproximadamente 25 quilômetros por hora) o vôo não é aconselhável, o piloto aquece seu balão aos poucos, levantando vôo calmamente, com pleno controle.

Caso haja um vento maior, o balão deverá ser preso ao solo, aquecido bastante para que o piloto saia “estilingando”, evitando desta forma um contato inesperado com o solo. O problema de decolar desta forma é que o balão pode demorar um pouco para se estabilizar.

Decolagem

Decolagem

Novamente dependemos das condições climáticas. Se não houver muito vento – pois acima de 15 nós (aproximadamente 25 quilômetros por hora) o vôo não é aconselhável, o piloto aquece seu balão aos poucos, levantando vôo calmamente, com pleno controle.

Caso haja um vento maior, o balão deverá ser preso ao solo, aquecido bastante para que o piloto saia “estilingando”, evitando desta forma um contato inesperado com o solo. O problema de decolar desta forma é que o balão pode demorar um pouco para se estabilizar.

Decolagem

Decolagem

Novamente dependemos das condições climáticas. Se não houver muito vento – pois acima de 15 nós (aproximadamente 25 quilômetros por hora) o vôo não é aconselhável, o piloto aquece seu balão aos poucos, levantando vôo calmamente, com pleno controle.

Caso haja um vento maior, o balão deverá ser preso ao solo, aquecido bastante para que o piloto saia “estilingando”, evitando desta forma um contato inesperado com o solo. O problema de decolar desta forma é que o balão pode demorar um pouco para se estabilizar.

Inflagem

Inflagem

Antes da inflagem, quando o campo de decolagem já foi escolhido, devemos fazer uma inspeção para verificar se o balão está em ordem e pronto para a inflagem. Começamos então com a inflagem de ar frio impulsionada com um potente ventilador.

Quando o envelope está bastante cheio, podemos então dar vida ao balão, aquecendo o ar, o que é feito com um maçarico, que proporciona chamas com até 6 metros de comprimento.

Antigamente, era bastante comum os pilotos queimarem a boca do envelope durante a inflagem. Hoje em dia isto já é mais difícil de acontecer, graças à experiência dos pilotos, à maior tecnologia do maçarico e também ao “nomex” (material anti-chama).

Uma vez inflado o balão, deve ser feita uma nova inspeção, verificando-se desde o “pára-quedas” (o qual deve ser aberto para desgrudar o velcro, facilitando o uso durante o vôo) até o cesto. Se já estiver tudo em ordem e se já estão a bordo rádio, mapas e vôo, o balão estará pronto para a decolagem.

Inflagem

Inflagem

Antes da inflagem, quando o campo de decolagem já foi escolhido, devemos fazer uma inspeção para verificar se o balão está em ordem e pronto para a inflagem. Começamos então com a inflagem de ar frio impulsionada com um potente ventilador.

Quando o envelope está bastante cheio, podemos então dar vida ao balão, aquecendo o ar, o que é feito com um maçarico, que proporciona chamas com até 6 metros de comprimento.

Antigamente, era bastante comum os pilotos queimarem a boca do envelope durante a inflagem. Hoje em dia isto já é mais difícil de acontecer, graças à experiência dos pilotos, à maior tecnologia do maçarico e também ao “nomex” (material anti-chama).

Uma vez inflado o balão, deve ser feita uma nova inspeção, verificando-se desde o “pára-quedas” (o qual deve ser aberto para desgrudar o velcro, facilitando o uso durante o vôo) até o cesto. Se já estiver tudo em ordem e se já estão a bordo rádio, mapas e vôo, o balão estará pronto para a decolagem.

Inflagem

Inflagem

Antes da inflagem, quando o campo de decolagem já foi escolhido, devemos fazer uma inspeção para verificar se o balão está em ordem e pronto para a inflagem. Começamos então com a inflagem de ar frio impulsionada com um potente ventilador.

Quando o envelope está bastante cheio, podemos então dar vida ao balão, aquecendo o ar, o que é feito com um maçarico, que proporciona chamas com até 6 metros de comprimento.

Antigamente, era bastante comum os pilotos queimarem a boca do envelope durante a inflagem. Hoje em dia isto já é mais difícil de acontecer, graças à experiência dos pilotos, à maior tecnologia do maçarico e também ao “nomex” (material anti-chama).

Uma vez inflado o balão, deve ser feita uma nova inspeção, verificando-se desde o “pára-quedas” (o qual deve ser aberto para desgrudar o velcro, facilitando o uso durante o vôo) até o cesto. Se já estiver tudo em ordem e se já estão a bordo rádio, mapas e vôo, o balão estará pronto para a decolagem.

Inflagem

Inflagem

Antes da inflagem, quando o campo de decolagem já foi escolhido, devemos fazer uma inspeção para verificar se o balão está em ordem e pronto para a inflagem. Começamos então com a inflagem de ar frio impulsionada com um potente ventilador.

Quando o envelope está bastante cheio, podemos então dar vida ao balão, aquecendo o ar, o que é feito com um maçarico, que proporciona chamas com até 6 metros de comprimento.

Antigamente, era bastante comum os pilotos queimarem a boca do envelope durante a inflagem. Hoje em dia isto já é mais difícil de acontecer, graças à experiência dos pilotos, à maior tecnologia do maçarico e também ao “nomex” (material anti-chama).

Uma vez inflado o balão, deve ser feita uma nova inspeção, verificando-se desde o “pára-quedas” (o qual deve ser aberto para desgrudar o velcro, facilitando o uso durante o vôo) até o cesto. Se já estiver tudo em ordem e se já estão a bordo rádio, mapas e vôo, o balão estará pronto para a decolagem.

Inflagem

Inflagem

Antes da inflagem, quando o campo de decolagem já foi escolhido, devemos fazer uma inspeção para verificar se o balão está em ordem e pronto para a inflagem. Começamos então com a inflagem de ar frio impulsionada com um potente ventilador.

Quando o envelope está bastante cheio, podemos então dar vida ao balão, aquecendo o ar, o que é feito com um maçarico, que proporciona chamas com até 6 metros de comprimento.

Antigamente, era bastante comum os pilotos queimarem a boca do envelope durante a inflagem. Hoje em dia isto já é mais difícil de acontecer, graças à experiência dos pilotos, à maior tecnologia do maçarico e também ao “nomex” (material anti-chama).

Uma vez inflado o balão, deve ser feita uma nova inspeção, verificando-se desde o “pára-quedas” (o qual deve ser aberto para desgrudar o velcro, facilitando o uso durante o vôo) até o cesto. Se já estiver tudo em ordem e se já estão a bordo rádio, mapas e vôo, o balão estará pronto para a decolagem.

Aterrissagem

Aterrissagem

Novamente dependemos das condições climáticas. As condições ideais seriam um pouso com pouco vento num gramado, podendo desta forma o piloto manter o balão em pé até a chegada de seu resgate.

Caso haja um vento mais forte, é comum que o balão arraste alguns metros, até que o envelope esteja completamente vazio.

Aterrissagem

Aterrissagem

Novamente dependemos das condições climáticas. As condições ideais seriam um pouso com pouco vento num gramado, podendo desta forma o piloto manter o balão em pé até a chegada de seu resgate.

Caso haja um vento mais forte, é comum que o balão arraste alguns metros, até que o envelope esteja completamente vazio.

Aterrissagem

Aterrissagem

Novamente dependemos das condições climáticas. As condições ideais seriam um pouso com pouco vento num gramado, podendo desta forma o piloto manter o balão em pé até a chegada de seu resgate.

Caso haja um vento mais forte, é comum que o balão arraste alguns metros, até que o envelope esteja completamente vazio.

Aterrissagem

Aterrissagem

Novamente dependemos das condições climáticas. As condições ideais seriam um pouso com pouco vento num gramado, podendo desta forma o piloto manter o balão em pé até a chegada de seu resgate.

Caso haja um vento mais forte, é comum que o balão arraste alguns metros, até que o envelope esteja completamente vazio.

Aterrissagem

Aterrissagem

Novamente dependemos das condições climáticas. As condições ideais seriam um pouso com pouco vento num gramado, podendo desta forma o piloto manter o balão em pé até a chegada de seu resgate.

Caso haja um vento mais forte, é comum que o balão arraste alguns metros, até que o envelope esteja completamente vazio.

Pós-aterrissagem

Pós-aterrissagem


 As mangueiras de gás devem ser esvaziadas e todas as válvulas verificadas antes de se recolher o balão. O dono das terras deve ser contatado para autorizar a entrada do veículo de resgate. Uma vez isto feito, a equipe pode recolher o balão e voltar para sua base onde, após fazer a recarga de gás, está pronta para um novo vôo.

Há a tradição entre os balonistas de que, quando um passageiro faz seu primeiro vôo livre, deve ser “batizado” com um banho de champanhe.

Pós-aterrissagem

Pós-aterrissagem


 As mangueiras de gás devem ser esvaziadas e todas as válvulas verificadas antes de se recolher o balão. O dono das terras deve ser contatado para autorizar a entrada do veículo de resgate. Uma vez isto feito, a equipe pode recolher o balão e voltar para sua base onde, após fazer a recarga de gás, está pronta para um novo vôo.

Há a tradição entre os balonistas de que, quando um passageiro faz seu primeiro vôo livre, deve ser “batizado” com um banho de champanhe.

Pós-aterrissagem

Pós-aterrissagem


 As mangueiras de gás devem ser esvaziadas e todas as válvulas verificadas antes de se recolher o balão. O dono das terras deve ser contatado para autorizar a entrada do veículo de resgate. Uma vez isto feito, a equipe pode recolher o balão e voltar para sua base onde, após fazer a recarga de gás, está pronta para um novo vôo.

Há a tradição entre os balonistas de que, quando um passageiro faz seu primeiro vôo livre, deve ser “batizado” com um banho de champanhe.

Pós-aterrissagem

Pós-aterrissagem


 As mangueiras de gás devem ser esvaziadas e todas as válvulas verificadas antes de se recolher o balão. O dono das terras deve ser contatado para autorizar a entrada do veículo de resgate. Uma vez isto feito, a equipe pode recolher o balão e voltar para sua base onde, após fazer a recarga de gás, está pronta para um novo vôo.

Há a tradição entre os balonistas de que, quando um passageiro faz seu primeiro vôo livre, deve ser “batizado” com um banho de champanhe.

Pós-aterrissagem

Pós-aterrissagem


 As mangueiras de gás devem ser esvaziadas e todas as válvulas verificadas antes de se recolher o balão. O dono das terras deve ser contatado para autorizar a entrada do veículo de resgate. Uma vez isto feito, a equipe pode recolher o balão e voltar para sua base onde, após fazer a recarga de gás, está pronta para um novo vôo.

Há a tradição entre os balonistas de que, quando um passageiro faz seu primeiro vôo livre, deve ser “batizado” com um banho de champanhe.

Imagens dos equipamentos do Balão

Imagens dos equipamentos do Balão

Imagens dos equipamentos do Balão

Imagens dos equipamentos do Balão